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Paulo Hirakawa

está aqui para responder suas dúvidas.

Como convidado desta edição da Mustang, Paulo Hirakawa responde às perguntas enviadas por vocês e fala sobre os bastidores da massoterapia.
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Nesta edição, o Mustang Convida recebe Paulo Hirakawa. Massoterapeuta e bastante conhecido nas redes sociais, ele aceitou responder às perguntas que mais despertam a curiosidade do público sobre a profissão. Afinal, existe massagem com final feliz? Ele se relacionaria com um cliente? Faz massagem completamente nu? E aquela dúvida que parece nunca sair da cabeça dos seguidores: ele usa cueca por baixo da calça?

 

Com honestidade e bom humor, Paulo fala sobre os limites da profissão, explica como funcionam suas sessões, compartilha experiências do cotidiano, comenta as técnicas que utiliza e mostra o que realmente acontece do outro lado da maca, longe das fantasias e dos estereótipos que costumam cercar a massoterapia.

Além das perguntas publicadas na revista, ele respondeu duas questões inéditas que estão disponíveis exclusivamente aqui no site.

 

Confira abaixo as respostas completas:

É normal um homem hétero ficar excitado durante uma massagem?

Sim. O corpo possui zonas erógenas e, durante uma massagem, algumas delas podem ser estimuladas sem que haja qualquer intenção sexual. Não precisa ser necessariamente uma região íntima. Existem pessoas que sentem maior sensibilidade nas pernas, na barriga ou nas coxas, por exemplo. Em alguns casos, isso pode provocar excitação. Essa reação é fisiológica e não tem relação direta com orientação sexual. Não significa que a pessoa seja gay, hétero ou bissexual. É apenas uma resposta natural do corpo ao toque.

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Você vê a massagem como algo sensual?

A massagem passou a ser associada à sensualidade por razões históricas. Após a Segunda Guerra Mundial, serviços de massagem com conotação sexual se popularizaram em alguns países e ajudaram a construir esse imaginário, especialmente no Ocidente. Em muitas culturas asiáticas, porém, a massagem continua sendo vista principalmente como uma prática terapêutica.

No meu caso, trabalho com a thai massage, uma técnica voltada para mobilidade, alongamento e liberação de tensões. Como há bastante contato físico e os clientes costumam permanecer apenas com roupas íntimas durante a sessão, algumas pessoas podem perceber esse tipo de massagem como mais sensual do que outras técnicas tradicionais. Ainda assim, o objetivo do trabalho continua sendo terapêutico.

Gostou da conversa? A entrevista completa está na edição de outono de 2026 da Mustang, que acaba de sair do forno. Clique aqui para garantir o seu acesso e descobrir tudo o que Paulo Hirakawa teve a dizer.

MUSTANG

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